
Durante o
depoimento desta quinta-feira, Leo Pinheiro explicou ao juiz Sérgio
Moro porque chamava o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva de
“Brahma” nas trocas de mensagem de texto com seus subordinados. De
acordo com o ex-presidente da OAS, o apelido é uma alusão ao slogan
utilizado pela marca de cerveja desde os anos 1990 em suas propagandas.
— Essa
expressão (“Brahma”) se referia ao ex-presidente Lula por causa de uma
propaganda que dizia que a Brahma era a número 1 — disse Leo Pinheiro.
Na
sequência, Moro pergunta porque ele não se referia ao petista pelo seu
nome. Leo Pinheiro responde que usar apelidos era uma prática para “não
expor as figuras públicas”. As informações são de O Globo.
O juiz
também quis saber a quem Leo Pinheiro se referia quando usava os
apelidos “madame” e “dama”. Ele respondeu que era uma forma de falar da
ex-primeira-dama Marisa Letícia Lula da Silva. Em troca de mensagens com
executivos da OAS, Leo Pinheiro diz que aguarda a avaliação de “dama”
sobre reformas feitas nas cozinhas do sítio de Atibaia e do tríplex do
Guarujá.
No
depoimento desta quinta-feira, Leo Pinheiro afirmou que Lula pediu para
ele destruir documentos “da propina da caixa do PT” e disse que o
tríplex do Guarujá pertence ao ex-presidente, que nega a propriedade
desse imóvel.
O
Instituto Lula informou que “a afirmação do empresário é desprovida de
provas e faz ilações sobre supostos acontecimentos de três anos atrás
que jamais ocorreram. Ela foi feita por alguém que busca benefícios
penais.”

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