Em 2016, mais de 50% dos voos domésticos custaram menos de R$ 300.
Valores inferiores a R$ 100 corresponderam a 7,7% do total, e os
superiores, a R$ 1,5 mil, a 0,5% de todas as passagens vendidas no País. Os dados constam do Relatório de Tarifas Aéreas Domésticas, divulgado
nesta quinta-feira (20) pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
De
janeiro a dezembro, a tarifa aérea média doméstica real, em valores
atualizados pelo IPCA em dezembro de 2016, foi de R$ 349,14, valor 1,8%
inferior à tarifa média praticada em 2015. Por sua vez, os preços
praticados entre julho e dezembro foi de R$ 372,37, isto é, um valor
4,1% menor do que o valor verificado no segundo semestre de 2015.
A unidade da Federação com maior Tarifa Aérea Doméstica Média Real foi
Rondônia, com R$ 567,03. Já o estado do Espírito Santo apresentou o
menor valor em Tarifa Aérea Média, da ordem de R$ 277,04. No consolidado de 2016, o valor do Yield Tarifa Aérea Médio Doméstico
Real (valor pago por km voado) foi de R$ 0,3084, com redução de 4,1% em
relação ao ano anterior.
No segundo semestre de 2016, o valor foi de R$
0,3245, uma baixa de 8,5% em comparação ao mesmo período de 2015. No âmbito regional, houve, em geral, queda no valor do yield quando
comparados os valores anuais de 2016 com os de 2015.
O Amapá foi a
unidade da Federação que apresentou a maior baixa, com o yield em R$
0,30/km em 2016, índice 17% menor do que em 2015. As unidades da Federação que apresentaram alta foram Mato Grosso (R$
0,3459/km, alta de 12,8%), Minas Gerais (R$ 0,4161/km, alta de 4,7%) e
Bahia (R$ 0,3080/km, alta de 1%). O estado que apresentou maior valor por quilômetro voado entre todos foi
Minas Gerais, com R$ 0,4161/km, e o menor valor foi observado na
Paraíba, com R$ 0,2311/km.

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