Em jogo sonolento e cheio de erros, Botafogo e Corinthians empatam sem gols: Nem parecia um jogo de quartas de final de Paulistão… O empate por 0 a 0 entre Botafogo-SP e Corinthians na noite deste sábado, em Ribeirão Preto, pela partida de ida da fase eliminatória, não empolgou nenhum dos torcedores. Longe disso. As raras oportunidades de gol criadas por ambos os lados não foram bem aproveitadas. Pantera e Timão abusaram dos erros de passe ou de finalização. Até o árbitro se atrapalhou com a bola…
“Visitante” no Morumbi, São Paulo bate Linense e fica perto da vaga: Sem forçar e nem passar sustos, o São Paulo venceu o Linense por 2 a 0 na tarde deste domingo, pela primeira partida das quartas de final do Paulistão. Foram 23 finalizações do Tricolor (contra cinco do Linense, nenhuma delas que oferecesse perigo ao goleiro Renan Ribeiro), mas o primeiro gol da partida foi contra – Diego Felipe tentou cortar um passe de Rodrigo Caio e mandou para o fundo da rede – e o segundo só saiu nos acréscimos, com Lucas Pratto.
Palmeiras vira sobre o Novorizontino fora de casa e fica com um pé na semi: No segundo tempo, o Palmeiras continuou muito melhor em campo. Aos 8, Borja quase virou o placar, mas a cabeçada do colombiano parou no travessão. O Novorizontino chegou a assustar com Doriva, em chute de fora da área, mas Fernando Prass fez uma defesaça. A virada palmeirense veio aos 20. A zaga do time da casa tentou afastar, Mina jogou a bola de volta na área e Borja, em posição legal, completou para o gol. Já nos acréscimos, Róger Guedes aproveitou cruzamento de Érik para fazer o terceiro e deixar bem encaminhada a classificação alviverde. O problema: ao comemorar o gol com a torcida no alambrado, o atacante do Verdão recebeu cartão amarelo. Como já havia sido advertido, levou o vermelho… por simplesmente celebrar um gol.
Pottker marca, Ponte Preta faz 1 a 0 no Santos e sai na frente nas quartas: A Ponte Preta foi melhor no primeiro tempo. Marcou o Santos com agressividade, enquanto a equipe da Vila Belmiro pecou na desatenção. Nino Paraíba, então, tabelou, passou no meio de quatro jogadores – entre eles David Braz, que havia errado duas vezes na origem do lance – e tocou para Pottker marcar. O Santos só melhorou quando Vitor Bueno, que iniciou no lado direito, e Bruno Henrique, na esquerda, passaram a se movimentar mais. Isso confundiu a defesa da Ponte Preta, que foi salva por Aranha em dois lances seguidos. O início do segundo tempo passou a impressão de reação santista. Copete, que substituiu Vitor Bueno, cruzou para Ricardo Oliveira chutar por cima do gol. Aos poucos a Ponte se ajeitou, principalmente com a reestreia de Renato Cajá. O restante da etapa final foi marcada por muitas faltas apitadas pelo árbitro Salim Fende Chavez, que irritou a torcida da Ponte e o técnico Gilson Kleina. No último lance, Renato Cajá bateu falta e Wendel fez o segundo, mas estava impedido.