Aguardando
julgamento em liberdade após liminar concedida pelo Ministro do Supremo
Tribunal Federal, o ex-goleiro Bruno falou pela segunda vez com a
imprensa após deixar a prisão na última sexta-feira. Em entrevista à
Rádio Itatiaia, o ex-atleta revelou uma mágoa com o elenco do Flamengo
de 2009, pelo qual foi campeão do Campeonato Brasileiro. Para o
ex-jogador, seus companheiros de equipe deveriam ao menos ter lhe
enviado uma carta em solidariedade no momento de sua prisão.
“Eu gostaria de ter recebido no mínimo
uma carta daquele grupo de 2009 do Flamengo, com o qual fomos campeões
brasileiros. Na verdade eu não quero nada de nenhum deles, mas naquele
momento ali (seria importante), independentemente se Patrícia Amorim
tivesse proibido, como alguns falaram para mim na época que proibiu. Mas
se fosse com qualquer um deles, independentemente do que tivesse
acontecido, eu mandaria uma carta. Seria até mais radical e iria lá
visitar. Independentemente se o cara errou. ‘Posso não concordar com o
que você fez, mas vim aqui te ver’. Faltou prestar solidariedade. Eu só
queria uma carta daquele pessoal”, declarou o ex-goleiro.
Bruno, que passou por duas grandes
equipes do futebol brasileiro, atuando pelo Atlético-MG entre 2002 e
2006 e pelo Flamengo entre 2006 e 2010, afirmou que não estava preparado
para o sucesso. O ex-atleta completou falando sobre alguns jogadores
que foram visitá-lo durante o momento em que esteve na prisão. “O Fábio.
Foi lá o Jajá, que é pouco conhecido. Jackson Avelino, o Jajá, que
jogou no América-MG e comigo no Flamengo. Teve algumas outras pessoas,
como o Gladstone, que foi zagueiro do Cruzeiro. O próprio Irineu, que
jogamos juntos na base do Cruzeiro. Estiveram lá fazendo o trabalho
deles, que é de evangelização”, completou.

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