Por, Luciene Câmera, O Tempo - Advogado diz que a questão, assim como a pensão alimentícia, será
tratada com prioridade.
Quase uma semana após conseguir liberdade, o goleiro Bruno Fernandes,
32, se apresentou nessa quinta-feira (2) ao Fórum de Santa Luzia, na
região metropolitana de Belo Horizonte, para informar que reside em Belo
Horizonte, mas que irá viajar para o Rio de Janeiro nesta sexta-feira
(3) e que, em breve, poderá mudar de endereço para atuar em algum clube
de futebol. Ele entrou e saiu sem falar com a imprensa e aceitou apenas
tirar selfies com algumas pessoas que estavam no local. Seu advogado,
Lúcio Adolfo, falou em seu nome e afirmou que pedirá um novo exame de
DNA de Bruninho, filho já reconhecido pelo jogador com a ex-namorada
Eliza Samudio.
A informação foi divulgada pelo advogado ao ser questionado se Bruno tem intenção de procurar o filho. Segundo Adolfo, até hoje não há um exame que comprove a paternidade. Desde que Eliza desapareceu, em junho de 2010, os muitos advogados que o goleiro teve já tomaram decisões diversas relacionadas a Bruninho.
Em 2014, disseram que pediriam o DNA. No ano seguinte, informaram que entrariam com uma ação para negar a paternidade da criança, o que desqualificaria uma das principais teses envolvendo a motivação do suposto crime.
Agora, Adolfo diz que essa é uma questão de prioridade. “Tem questões jurídicas que pretendo tratar com mais seriedade, como DNA e pensão alimentícia”, disse o advogado, que não soube informar quanto Bruninho recebeu de pensão nos últimos anos em que o goleiro trabalhou na prisão. O jogador tem ainda outras duas filhas do relacionamento com sua ex-mulher Dayanne Rodrigues Souza.
Liberdade.
Depois de sair da Associação de Proteção e Assistência ao Condenado (Apac) de Santa Luzia, na sexta-feira, Bruno passou o feriado de Carnaval em um sítio de amigos, com a mulher, Ingrid Calheiros, as duas filhas e familiares.
A informação foi divulgada pelo advogado ao ser questionado se Bruno tem intenção de procurar o filho. Segundo Adolfo, até hoje não há um exame que comprove a paternidade. Desde que Eliza desapareceu, em junho de 2010, os muitos advogados que o goleiro teve já tomaram decisões diversas relacionadas a Bruninho.
Em 2014, disseram que pediriam o DNA. No ano seguinte, informaram que entrariam com uma ação para negar a paternidade da criança, o que desqualificaria uma das principais teses envolvendo a motivação do suposto crime.
Agora, Adolfo diz que essa é uma questão de prioridade. “Tem questões jurídicas que pretendo tratar com mais seriedade, como DNA e pensão alimentícia”, disse o advogado, que não soube informar quanto Bruninho recebeu de pensão nos últimos anos em que o goleiro trabalhou na prisão. O jogador tem ainda outras duas filhas do relacionamento com sua ex-mulher Dayanne Rodrigues Souza.
Liberdade.
Depois de sair da Associação de Proteção e Assistência ao Condenado (Apac) de Santa Luzia, na sexta-feira, Bruno passou o feriado de Carnaval em um sítio de amigos, com a mulher, Ingrid Calheiros, as duas filhas e familiares.
Nesta sexta-feira (3), ele deve seguir para o Rio,
onde Ingrid tem casa e trabalha como dentista. “Ele passará alguns dias lá, tem sete anos que ele não vai para casa”,
comentou Adolfo. O defensor acredita que em dez dias Bruno já terá
assinado contrato com um novo time de futebol. Segundo ele, nove clubes
estão interessados no ex-goleiro: três do Rio, três de Minas, dois de
São Paulo e um de Brasília.
Ao menos dois times são da Série A, diz o advogado, sendo um deles do Rio. Ele disse que não informaria os nomes a pedido dos clubes e falou que orientou o atleta a não dar entrevista para não prejudicar as negociações.
Ao menos dois times são da Série A, diz o advogado, sendo um deles do Rio. Ele disse que não informaria os nomes a pedido dos clubes e falou que orientou o atleta a não dar entrevista para não prejudicar as negociações.
Obrigação.
Bruno compareceu nessa quinta-feira (2) ao fórum para informar o endereço em que irá residir em cumprimento à decisão do ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), que concedeu o habeas corpus a ele.
Condenação. O goleiro foi condenado por sequestro, homicídio triplamente qualificado e ocultação do cadáver de sua ex-namorada Eliza Samudio.
Prisão.
Ele estava preso desde 7 de julho de 2010, quando ainda era investigado, e foi condenado a 22 anos e três meses de prisão em março de 2013. Passou 2.424 dias na cadeia.
Liminar.
A decisão de Mello foi em caráter liminar, ou seja, o mérito da concessão da liberdade ainda será julgado por uma das turmas do STF, com a presença de quatro ministros. Para ser mantida, é preciso que três dos quatro magistrados concordem com o parecer de Mello. Não há data prevista.
Bruno compareceu nessa quinta-feira (2) ao fórum para informar o endereço em que irá residir em cumprimento à decisão do ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), que concedeu o habeas corpus a ele.
Condenação. O goleiro foi condenado por sequestro, homicídio triplamente qualificado e ocultação do cadáver de sua ex-namorada Eliza Samudio.
Prisão.
Ele estava preso desde 7 de julho de 2010, quando ainda era investigado, e foi condenado a 22 anos e três meses de prisão em março de 2013. Passou 2.424 dias na cadeia.
Liminar.
A decisão de Mello foi em caráter liminar, ou seja, o mérito da concessão da liberdade ainda será julgado por uma das turmas do STF, com a presença de quatro ministros. Para ser mantida, é preciso que três dos quatro magistrados concordem com o parecer de Mello. Não há data prevista.

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