Boletim divulgado hoje (10) pelo Ministério da Saúde aponta que dos
196.976 casos prováveis de infecção pelo Zika notificados no país até
agosto de 2016, 16.264 foram em mulheres grávidas, sendo 10.325
confirmados. A infecção pelo vírus durante a gestação pode gerar
diversas malformações na criança, como microcefalia e outras alterações
neurológicas.
Os dados mostram que a infecção pelo vírus Zika em 2016 foi mais
frequentes em mulheres do que em homens e que a faixa etária
predominante dos casos em mulheres foi de 20 a 39 anos. Do total de
casos, 132.524 (67,3%) foram notificados em mulheres dos quais 96.494
(72,8%) em idade fértil (faixa etária de 10 a 49 anos).
A maior concentração de casos ocorreu entre os meses de fevereiro e
março. Mato Grosso, com 925,9 casos por 100 mil habitantes, Rio de
Janeiro com 471 e Bahia, com 449,6 foram os estados com maior
incidência da doença no país durante esse ano.
Síndrome Congênita
Ao todo, 2.071 crianças com Síndrome Congênita do Zika recebem a
estimulação precoce preconizada pelo Ministério da Saúde, e 1.413 são
acompanhadas pela assistência social. Ao todo, 2016 tiveram a
confirmação da síndrome.
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