Fabio Campana - O slogan “Pátria Educadora” utilizado repetidas vezes durante o governo
da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) foi desmentido nesta terça-feira
(8) após a divulgação do relatório do Instituto Nacional de Estudos e
Pesquisas Educacionais (Inep) sobre as metas alcançadas pelo país na
área de educação entre os anos de 2014 e 2016. Das metas previstas pelo
governo da petista no Plano Nacional de Educação (PNE), nenhuma foi
cumprida integralmente.
O Brasil está longe de alcançar o principal objetivo estabelecido
pelo PNE de investir 10% do Produto Interno Bruto (PIB) na área da
educação até 2024. Essa é a opinião da secretária executiva do
Ministério da Educação, Maria Helena Guimarães de Castro, que durante o
evento, explicou que os recursos repassados em 2015 para a área
educacional caíram significativamente.
De acordo com dados do Tesouro Nacional, em 2015 foram investidos
apenas 5,3% do PIB em educação. Maria Helena estima que esse percentual
deverá ser ainda menor neste ano. A secretária executiva também
ressaltou que, no ano passado, o investimento do Ministério da Educação
foi de R$ 6,1 bilhões, ante R$ 11,2 bilhões em 2014 – numa queda de 46%
entre dois governos da própria petista.
O deputado Rodrigo de Castro (PSDB-MG) atribuiu o mau desempenho na
área aos erros cometidos pelo governo Dilma. “Houve uma
irresponsabilidade total. Todas essas promessas foram apenas mais uma
jogada de marketing do PT. Eles criaram um slogan marqueteiro. Bonito
nas palavras, mas vazio em termo de conteúdo. Durante todo esse período
de governo do PT não houve nenhum movimento significativo em direção a
uma educação de maior qualidade e mais inclusiva para todos os
brasileiros”, afirmou.
O tucano acredita que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que institui um teto para os gastos públicos vai ajudar o Brasil a retomar o crescimento econômico e, consequentemente, melhorar os investimentos na educação. “O que nós assistimos hoje é uma total falta de recursos para o financiamento da educação brasileira. Isso é resultado de anos de uma política desastrosa fiscal, monetária e econômica do PT. Agora, nós estamos tentando arrumar a casa para que o Brasil volte a crescer e volte a ter capacidade de investimento, inclusive na educação, que deve ser priorizada de fato e não somente nos discursos”, concluiu.
O balanço do Inep também mostrou que outras metas não foram cumpridas, como a que estabelecia a universalização do acesso das crianças à pré-escola, a garantia que todas as crianças e adolescentes de 4 a 17 anos com necessidades especiais tenham acesso à educação básica e a alfabetização de todas as crianças até o final do 3º ano do ensino fundamental, entre outras.
O tucano acredita que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que institui um teto para os gastos públicos vai ajudar o Brasil a retomar o crescimento econômico e, consequentemente, melhorar os investimentos na educação. “O que nós assistimos hoje é uma total falta de recursos para o financiamento da educação brasileira. Isso é resultado de anos de uma política desastrosa fiscal, monetária e econômica do PT. Agora, nós estamos tentando arrumar a casa para que o Brasil volte a crescer e volte a ter capacidade de investimento, inclusive na educação, que deve ser priorizada de fato e não somente nos discursos”, concluiu.
O balanço do Inep também mostrou que outras metas não foram cumpridas, como a que estabelecia a universalização do acesso das crianças à pré-escola, a garantia que todas as crianças e adolescentes de 4 a 17 anos com necessidades especiais tenham acesso à educação básica e a alfabetização de todas as crianças até o final do 3º ano do ensino fundamental, entre outras.

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