É
triste, lamentável e cruel reconhecer como infeliz verdade, que eleição
é tempo de pouca vergonha e muita desonestidade. Agradeço ao meu Deus
por só uma vez ser candidato, sem corromper, nem ser corrompido.
Não fiz
casamentos, fiz agora quando prefeito, através do Projeto Casulo. Não
registrei os filhos dos eleitores quando candidato e sim agora ao
participar da Campanha de Registros, promovida pelo Sindicato dos
Trabalhadores Rurais e da LBA.
Não dei
dinheiro, que não tinha e continuo sem ter. Continuo sem dar dinheiro.
Não paguei remédios, nem contas de terceiros. Foi eleição sem doação de
sapatos, de roupas e sem morrer bois. As despesas foram permitidas por lei e pagas pelo partido, em razão das eleições.
Dependesse
de mim, as próximas eleições seriam para Florânia tempo de muita
vergonha. Voto não seria trocado. Ninguém receberia dinheiro de ninguém,
nem daria dinheiro a ninguém. Nem pagaria título e cada eleitor iria ao
Cartório preparar o seu.
Voto é sagrado e o sagrado precisa ser puro.
Pe. Sinval Laurentino de Medeiros (In Memoriam)

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