Alberto Carraz, gerente de
relacionamento de uma agência do Banco do Brasil no Centro do Rio de
Janeiro. Dia 11 de junho do ano passado, Carraz está sozinho na sala de
cofres do banco. Estão guardadas fortunas de dezenas de clientes.
Agachado, o gerente abre uma das gavetas e4 carrega nos ombros para uma
sala reservada. Segundo a polícia, na sala ele retirou US$ 450 mil e 17
mil euros. Cerca de R$ 1,5 milhão, na cotação de hoje. Em seguida,
Carraz devolve a gaveta, já vazia.
O plano de Carraz falhou quando uma das
vítimas visitou a sala de cofres antes de as imagens serem apagadas do
sistema. A polícia e o Ministério Público suspeitam que o desfalque no
furto aos cofres ultrapasse R$ 2 milhões. Carraz pode ser condenado a
oito anos de prisão para cada um dos furtos cometidos. Depois da
descoberta dos furtos, o Banco do Brasil demitiu novamente o gerente.

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