A Justiça absolveu a detenta Suzane von Richthofen, condenada a 39 anos
de prisão pelo assassinato dos pais, da acusação de ter cometido falta
agrave ao fornecer falso endereço na saída temporária que obteve no
último Dia das Mães. Em decisão publicada nesta quinta-feira, 7, a juíza
Sueli Zeraik, da Vara de Execuções Criminais de Taubaté, acatou a tese
da defesa de que a presa não agiu de má-fé.
A juíza afirmou que, conforme dados do computador do presídio, o
endereço realmente estava desatualizado na administração da
penitenciária. Com isso, Suzane volta a ter direito ao regime
semiaberto, que perdeu após ser flagrada com o namorado, em outro
endereço, na cidade de Angatuba, interior paulista.
Nesta
sexta-feira, 8, o promotor criminal Luiz Marcelo Negrini, que acompanha o
caso, entrou com recurso contra a decisão. Para ele, Suzane cometeu
falta grave ao omitir o endereço onde se encontraria com o namorado, e
deve ser punida com a regressão para o regime fechado. Com a absolvição, a próxima "saidinha temporária" de Suzane será no Dia dos Pais.
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