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Em seu espaço na internet, a direção da emissora afirma que o caso envolvendo o comunicador expõe “ameaças desencadeadas após reportagens feitas pelos jornalistas da TV Tarobá sobre o caso conhecido como ‘Chacina de Janeiro’”. Repercutido pelo canal, o caso culminou em 12 vítimas de homicídio e 16 pessoas baleadas – todas em Londrina e na madrugada do dia 30 de janeiro de 2016. Na reportagem, a Gazeta do Povo lembra que oito policiais chegaram a ser detidos sob suspeita de participação nas mortes.
Alvo da ameaça, Cid Ribeiro usou sua página no Facebook para mostrar o conteúdo enviado pelos bandidos. Com a assinatura do “PCC”, sigla pela qual é conhecida a organização criminosa que se denomina como Primeiro Comando da Capital e que surgiu em São Paulo, o bilhete é direcionado ao apresentador. “É só um aviso: ou para de falar merda sobre ruas ou vai morrer toda sua família ‘boca aberta’”.
O jornalista demonstrou que não ficou atemorizado com a situação e definiu o ato criminoso como falha “forma covarde de tentar intimidar acima de tudo o cidadão de bem”. Para ele, a situação representa “atentado à liberdade de expressão”. Ele garantiu, ainda, que está “tomando todas as providências necessárias para que os responsáveis paguem com o rigor da lei”.
A Polícia Civil do Paraná limitou-se a dizer à reportagem da Gazeta do Povo que abriu inquérito e que está ouvindo testemunhas.

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