Um terremoto de 6.0 de magnitude atingiu o sul do Japão nesta
quinta-feira (14), segundo Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS). O
epicentro foi a 11 km a leste da cidade de Kumamoto. Vários prédios
desmoronaram após o tremor que aconteceu às 21h26 no horário local (9h26
de Brasília).
Uma das vítimas morreu logo depois de ser retirada dos escombros e a outra em um incêndio, segundo ele. Uma terceira pessoa resgatada de um edifício derrubado tinha problemas cardíacos e pulmonares. O hospital da Cruz Vermelha de Kumamoto disse que recebeu ou atendeu 45 pessoas, cinco delas com lesões graves.
O principal porta-voz do governo do Japão,
Yoshihide Suga, afirmou que prédios desmoronaram, mas não deu detalhes,
segundo a Reuters. Não há alerta de tsunami (onda gigante com potencial
destrutivo), assegurou o porta-voz. Também não houve impacto no
funcionamento dos reatores nucleares na ilha de Kyushu ou nas
proximidades de Shikoku, de acordo com a agência Reuters.
A polícia de Kumamoto diz que recebeu relatos de que várias pessoas que ficaram presas sob casas destruídas, de acordo com o site da TV japonesa NHK. O prefeito afirmou que há relatos de fogo em alguns pontos da cidade.
A polícia de Kumamoto diz que recebeu relatos de que várias pessoas que ficaram presas sob casas destruídas, de acordo com o site da TV japonesa NHK. O prefeito afirmou que há relatos de fogo em alguns pontos da cidade.
A imprensa também informou que os trens de alta velocidade estavam paralisados por precaução, informou a France Presse. A mídia japonesa divulgou imagens de moradores, muitos enrolados em
cobertores, aguardando em estacionamentos e outras áreas abertas por
medo de mais desabamentos.
A Autoridade de Regulação Nuclear do Japão disse que não foram registradas irregularidades nas três usinas nucleares na ilha de Kyushu, no sul, e em Shikoku, no arredores. Repórteres do escritório da NHK em Kumamoto disseram ter sentido um forte tremor por cerca de 30 segundos. “Temos a intenção de fazer o máximo para compreender a situação", afirmou o primeiro-ministro, Shinzo Abe. O governo ainda está coletando informações sobre os eventuais estragos.

Pessoas caminham perto de destroços após tremor atingir Mashiki, em Kumamoto, no Japão, nesta quinta-feira (14). (Foto: Kyodo News via AP)
Inicialmente, o Serviço Geológico dos EUA disseram que o primeiro tremor tinha 6.2 de magnitude, mas esse número foi revisado. A NHK afirma que a magnitude registrada foi de 6.4. Trinta minutos depois foi registrado outro tremor, de 5,7 graus de magnitude, sem alerta de tsunami.
Círculo de fogo do Pacífico
O Japão está localizado sobre o chamado "Círculo de Fogo do Pacífico", uma das zonas sísmicas mais ativas do mundo, e sofre terremotos com relativa frequência. De acordo com a France Presse, o país chega cada ano registrar mais de 20% dos terremotos mais fortes do planeta. A infraestrutura do país foi desenvolvida especialmente para suportar os tremores.
Por causa do terremoto, pessoas foram obrigadas a deixar hotel em Kumamoto, no sul do Japão, nesta quinta-feira (14) (Foto: Kyodo/ Reuters)
Em 2011, um terremoto de magnitude 8,9 atingiu a costa nordeste do Japão, gerando um tsunami de até dez metros de altura que varreu a costa do país.
A Autoridade de Regulação Nuclear do Japão disse que não foram registradas irregularidades nas três usinas nucleares na ilha de Kyushu, no sul, e em Shikoku, no arredores. Repórteres do escritório da NHK em Kumamoto disseram ter sentido um forte tremor por cerca de 30 segundos. “Temos a intenção de fazer o máximo para compreender a situação", afirmou o primeiro-ministro, Shinzo Abe. O governo ainda está coletando informações sobre os eventuais estragos.
Pessoas caminham perto de destroços após tremor atingir Mashiki, em Kumamoto, no Japão, nesta quinta-feira (14). (Foto: Kyodo News via AP)
Inicialmente, o Serviço Geológico dos EUA disseram que o primeiro tremor tinha 6.2 de magnitude, mas esse número foi revisado. A NHK afirma que a magnitude registrada foi de 6.4. Trinta minutos depois foi registrado outro tremor, de 5,7 graus de magnitude, sem alerta de tsunami.
Círculo de fogo do Pacífico
O Japão está localizado sobre o chamado "Círculo de Fogo do Pacífico", uma das zonas sísmicas mais ativas do mundo, e sofre terremotos com relativa frequência. De acordo com a France Presse, o país chega cada ano registrar mais de 20% dos terremotos mais fortes do planeta. A infraestrutura do país foi desenvolvida especialmente para suportar os tremores.
Por causa do terremoto, pessoas foram obrigadas a deixar hotel em Kumamoto, no sul do Japão, nesta quinta-feira (14) (Foto: Kyodo/ Reuters)
Em 2011, um terremoto de magnitude 8,9 atingiu a costa nordeste do Japão, gerando um tsunami de até dez metros de altura que varreu a costa do país.

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