
Alegando que precisam agir para vencer a intrincada burocracia de
Brasília, senadores e deputados pressionaram para agilizar a tramitação do
processo de autorização das rádios comunitárias e ganharam status de seus
padrinhos políticos. É desse jeito que passaram a integrar uma teia de
captura de votos.
A estimativa é de que cerca de 50% das rádios
comunitárias, que hoje funcionam legalmente no País, tenham contado com
as bênçãos de padrinhos políticos. Aqui na região do Seridó várias
cidades dispõem de rádios comunitárias acobertadas por “associações” e
que servem exclusivamente a serviço de grupos políticos.

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