Dilma decidiu seguir orientação do advogado-geral da União, José Eduardo
Cardozo, que, após assistir ao vídeo, avaliou que a fala poderia ter
problemas jurídicos, já que o conteúdo do discurso é eminentemente
político para um espaço dedicado a discursos institucionais.
Além disso, auxiliares da presidente temiam que o pronunciamento
provocasse um grande protesto contra Dilma, ao estilo dos panelaços e
buzinaços registrados nas últimas vezes em que ela ou petistas foram à
TV, às vésperas da votação da abertura do processo de impeachment no
plenário da Câmara, marcada para domingo (17).

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