Foto: Agência Brasil
Terra - Na última segunda-feira (28), a Coreia do Norte instruiu a população a
se preparar para uma possível escassez de alimentos e graves
dificuldades econômicas, mas ressaltou que a situação não é de desespero
porque “o caminho para a revolução é longo e árduo”. As informações
são do site da revista Times .
A
informação, publicada pelo jornal estatal Rodong Sinmun , em editorial,
vem menos de um mês depois de o Conselho de Segurança da ONU votar a
favor de sanções mais duras ao país por causa dos testes nucleares.
O editorial afirma que as dificuldade podem provocar outra “marcha
árdua”, termo atribuído à fome que atingiu o país em meados da década de
1990, matando milhões de pessoas. “Podemos ter outra marcha árdua,
durante a qual teremos de mastigar raízes de plantas mais uma vez”,
relatava a publicação.
O jornal ainda pediu uma “campanha de 70 dias de lealdade ao líder
supremo” Kim Jong Un. O país estaria exigindo que todos de Pyongyang,
capital da Coréia do Norte, entreguem cerca de 2 libras de arroz para os
armazéns estatais a cada mês.
Segundo o The Telegraph , também foi pedido cerca de meio milhão de
toneladas de ajuda alimentar para outros países. No entanto, no mês
passado, chegaram apenas 17.600 toneladas.

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