Medições
também mostram redução no volume das maiores bacias do estado. Dados
são da Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh).
As chuvas que vêm caindo com certa intensidade desde o início do ano no
interior do Rio Grande do Nortenão estão sendo suficientes para
amenizar os efeitos da estiagem histórica que assola o sertão potiguar. A
prova são os níveis das bacias potiguares, cada vez mais baixos. De
acordo com boletim divulgado nesta terça-feira (16) pela Sala de
Situação da Secretaria Estadual do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos
(Semarh), em todas as grandes barragens ou açudes do estado houve queda
no volume de água armazenada. Nove reservatórios estão completamente
secos.
Na Bacia
do Rio Piranhas/Assu, na região Central do estado, o nível atual é de
17,88% da capacidade total. Estava com 18,12% em dezembro do ano
passado. Na Bacia Apodi/Mossoró, a queda foi mais acentuada: baixou de
23,08% para 22,09%. Nas demais bacias também houve uma baixa no volume
de água. Na Bacia Trairi caiu de 4,66% para 4,30%; Na Bacia Jacú passou
de 4,20% para 4,10%. Já nas bacias Ceará-Mirim (17,98%) e Potengi
(10,67%), os volumes se mantiveram sem alteração nestes últimos meses.
Seca histórica
O Rio
Grande do Norte enfrenta a pior seca dos últimos 100 anos. Dos 167
municípios, 153 estão em estado de emergência por causa da estiagem
prolongada. Atualmente, 19 cidades estão em situação de colapso no
abastecimento d’água e outras 72 em sistema de rodízio.
Do G1 RN

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