A
volta da CPMF é um dos assuntos mais comentados atualmente. Ainda que
possa ajudar o governo a ajustar as contas públicas, muitas pessoas
estão insatisfeitas em ter que pagar o imposto. O jornal O Dia conversou
com especialistas para ajudar os brasileiros a equilibrar o orçamento.
A reportagem lembra que o imposto tem alto poder de arrecadação, já que
incide sobre praticamente todas as movimentações financeiras. “Na saída
de dinheiro da conta o tributo já é cobrado”, explica a educadora
financeira e professora dos MBAs da Fundação Getúlio Vargas (FGV),
Myrian Lund. “É difícil fugir da cobrança, pois a maioria dos salários é
depositada em conta-corrente”, complementa o professor da Estácio João
Abrantes Cruz.
Miguel Oliveira , vice-presidente da Associação Nacional dos Executivos
de Finanças Administração e Contabilidade (Anefac), disse ao jornal que
há poucas possibilidades de fugir da CPMF. Para ele, a saída é priorizar
o uso do dinheiro e reduzir os gastos nos cartões. Quem recebe o
salário na conta, não tem como fugir da taxa.
“Se a pessoa recebe em dinheiro e pretende pagar contas logo, deve
guardar, e não depositar de novo na conta, para não ser novamente
taxado”, diz Oliveira. Já o educador financeiro Reinaldo Domingues
recomenda que as pessoas façam pagamentos em dinheiro e à vista: “Com o
dinheiro, além de não ser taxado, ainda terá desconto”.
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