Preferência
pessoal não se discute, pois tem gente que gosta da fruta e outros, do
caroço. Agora, quando essas mesmas preferências avançam do circulo
íntimo e tocam no público, a coisa ganha uma dimensão grave e acaba por
atingir a todos indiscriminadamente.
Por causa disso é necessário que os nossos políticos repensem suas
posturas. No Estado existem projetos políticos pessoais que não se
enquadram no coletivo. E isso é terrível. O povo é quem termina pagando o
pato pelos desmandos administrativos que ocorrem no presente e muito
possivelmente no futuro. Ninguém tem bola de cristal. E ano que vem tem
eleição. Cuidado.
Reflitam!
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