Foto: Wikimedia Commons
Um brasileiro descobriu uma forma sustentável e barata para descontaminar solo poluído por óleo. O Engenheiro químico paulistano Fernando Pecoraro, com experiência em meio ambiente, usa casca da laranja.
Técnica
A casca da laranja é rica em óleo essencial D-Limoneno, um terpeno comum.
Depois de seis anos de
pesquisa, Pecoraro conseguiu potencializar a ação do composto para uso
como desengraxante natural e criou o terpeno P - composto orgânico de
carbono e hidrogênio.
A tecnologia para recuperação de solos contaminados
recebeu o nome de Recoy – RE de recuperação, ECO de ecológico e Y de
água, em tupi guarani.
“O nosso objetivo sempre foi o de construir uma
empresa sustentável. Para isto, tínhamos que nos basear em três pilares
principais: escala, qualidade e preço competitivo”, contou Pecoraro ao
Blog da Redação.
“Para termos escala, buscamos o óleo da casca da laranja, já que o suco da fruta é produzido em larga escala e a cadeia da laranja é bem desenvolvida”.
“Para termos escala, buscamos o óleo da casca da laranja, já que o suco da fruta é produzido em larga escala e a cadeia da laranja é bem desenvolvida”.
Como funciona
O equipamento, que funciona dentro de um caminhão, lava o solo sem utilizar grandes quantidades de água, o que é comum nos processos tradicionais.
A remoção do óleo a frio dispensa o uso de energia. Ao final do processo, o solo está limpo e pode ser devolvido ao seu lugar original.
Não há descarte de resíduo contaminante, que é separado e pode até ser reutilizado.
O solvente químico verde também pode ser usado novamente.
O equipamento, que funciona dentro de um caminhão, lava o solo sem utilizar grandes quantidades de água, o que é comum nos processos tradicionais.
A remoção do óleo a frio dispensa o uso de energia. Ao final do processo, o solo está limpo e pode ser devolvido ao seu lugar original.
Não há descarte de resíduo contaminante, que é separado e pode até ser reutilizado.
O solvente químico verde também pode ser usado novamente.
ParceriaO
programa é uma parceria entre o Departamento de Estados dos Estados
Unidos, Nasa, Nike e Agência Para o Desenvolvimento Internacional dos
Estados Unidos.
A iniciativa conjunta quer identificar e acelerar inovações que possam melhorar o planeta. Exatamente como a nova tecnologia desenvolvida no Brasil.
A iniciativa conjunta quer identificar e acelerar inovações que possam melhorar o planeta. Exatamente como a nova tecnologia desenvolvida no Brasil.
PrêmioFernando
Pecoraro recebeu o prêmio de melhor desafio nos avanços na área da
química verde. Foi selecionado entre 60 concorrentes de 12 países.
Em palestra no Centro Espacial Kennedy, na Flórida,
no começo do ano, apresentou sua descoberta e discutiu com membros do
Conselho Launch estratégias para tornar a tecnologia global.
“Foi uma honra ter sido selecionado pelo Launch e
ainda ter recebido o Innovator’s Award. É como encerrar a fase de
desenvolvimento tecnológico inovador com chave de ouro”, diz.
Poluição
Estima-se que todos os anos cerca de 80 milhões de toneladas de solo sejam contaminadas por óleo. Só no Brasil, são 2,5 milhões de toneladas.
As técnicas utilizadas atualmente para solucionar o problema têm mais de quarenta anos.
Além de caras, muitas vezes geram impacto ambiental.
Poluição
Estima-se que todos os anos cerca de 80 milhões de toneladas de solo sejam contaminadas por óleo. Só no Brasil, são 2,5 milhões de toneladas.
As técnicas utilizadas atualmente para solucionar o problema têm mais de quarenta anos.
Além de caras, muitas vezes geram impacto ambiental.
Com informação da Superinteressante

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