Um mês e meio após tomar posse para o segundo mandato, o governo da
presidente Dilma Rousseff ainda se arrasta do ponto de vista
administrativo. Não são apenas os problemas enfrentados com os
escândalos de corrupção da Petrobras ou o quadro econômico desgastado
que provocou a recessão em 2014 os dados oficiais do IBGE ainda não
foram anunciados, mas o Banco Central mostrou uma retração de 0,15% no
ano passado — que paralisam o governo. A ausência de nomeações no
segundo e no terceiro escalão e a não aprovação do Orçamento de 2015
amarram os ministros empossados em primeiro de janeiro.
Dos
39 titulares da Esplanada, os que mais apareceram até o momento foram
os integrantes da equipe econômica: Joaquim Levy (Fazenda), Nelson
Barbosa (Planejamento) e Alexandre Tombini (Banco Central). “É natural
que isso aconteça. Os números da economia, não são bons e o ajuste, com a
correção de rumos na economia precisa ser feito. Por isso, eles
tornaram-se os protagonistas neste período inicial”, explicou um dos
ministros ao Correio Braziliense.

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