Segundo os editores, as publicações, todas do Grupo Laujar de
Comunicação S/A, de São Bernardo do Campo e entregues como prova, tinham
apenas quatro páginas cada um e traziam notícias repetidas. Além disso,
as informações e as imagens eram cópias de reportagens de portais de
notícias sem atribuição de créditos, aspectos que, segundo os
especialistas, seriam “índícios de fraude”.
De acordo com a Folha, os periódicos tinham um anúncio da Unimed com
números de telefone genéricos, outro do Governo e um terceiro sem
identificação. Os auditores encontraram um sobrado residencial no
endereço onde supostamente estaria situada a sede do grupo, e vizinhos
contaram que desconheciam a existência de atividades no lugar.

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