História resgatada do folclore político pelo jornalista Carlos Santos.
Apressada para ir à rua à cata de votos, Fafá Rosado (ex-prefeita de
Mossoró) deixa para trás o marido e deputado estadual Leonardo Nogueira.
O ritmo dele, a ex-prefeita sabe, é aquele mesmo: lento… de olhar
oblíquo… quase parando.
Contudo em trânsito, Fafá constata que algo imprescindível ficara em sua mansão. De imediato, orienta o motorista a retornar ao seu endereço. Meia volta, volver. Depois de pegar o que esquecera, procura sair de novo às pressas.
Nesse ínterim, chama o marido repetidas vezes. Ele não responde.
Ao passar por um dos compartimentos do seu labirinto familiar, ela vê um par de pés proeminentes saindo da base de uma longa cortina.
Leonardo, deixe de brincadeira.
E insiste, já deixando desabrochar um sorriso brejeiro: “Leonardo, deixe de brincadeira!”
Sem observar qualquer movimento à sua provocação, Fafá resolve desfazer o “esconde-esconde” puxando a cortina com a mão em sentido horizontal.
Da camuflagem salta um desconhecido em disparada, que foge sem roubar nada, e a deixa paralisada ante à surpresa. Não era brincadeira de Leonardo.
Contudo em trânsito, Fafá constata que algo imprescindível ficara em sua mansão. De imediato, orienta o motorista a retornar ao seu endereço. Meia volta, volver. Depois de pegar o que esquecera, procura sair de novo às pressas.
Nesse ínterim, chama o marido repetidas vezes. Ele não responde.
Ao passar por um dos compartimentos do seu labirinto familiar, ela vê um par de pés proeminentes saindo da base de uma longa cortina.
Leonardo, deixe de brincadeira.
E insiste, já deixando desabrochar um sorriso brejeiro: “Leonardo, deixe de brincadeira!”
Sem observar qualquer movimento à sua provocação, Fafá resolve desfazer o “esconde-esconde” puxando a cortina com a mão em sentido horizontal.
Da camuflagem salta um desconhecido em disparada, que foge sem roubar nada, e a deixa paralisada ante à surpresa. Não era brincadeira de Leonardo.
Fonte:Robson Pires

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