“O
povo manifestou-se no seu desejo de mudança. E se não foi uma mudança
profunda, baseada em programas partidários e bandeiras mais coletivas,
foi um mudança com pessoas muito dignas, como é o caso desta chapa
vitoriosa, Robinson Faria e Fábio Dantas, que trouxeram para o Rio
Grande do Norte uma verdade, ou seja, os famosos caciques políticos
parecem estar com os dias contados”, analisou Joanilson, em entrevista à
FM 94.
Ele
ressaltou “a vitória de Robinson e de Fábio Dantas, dois homens não tão
grandes, mas que venceram um sistema que tinha o senador Agripino, o
senador Garibaldi, a ex-governadora Wilma, vários deputados federais,
que fez seis deputados federais e que fez a maioria dos deputados
estaduais”.
Ainda
segundo Joanilson de Paula Rego, a “mudança na paisagem humana dos
políticos do RN” será completamente efetivada com uma vitória na
sucessão municipal de 2016, sendo a mais importante colégio eleitoral a
ser conquistado a Prefeitura da capital do Estado, atualmente ocupada
pelo prefeito Carlos Eduardo Alves (PDT). “Vamos ter eleição para
prefeito daqui há dois anos e de dois senadores para poder completarmos
essa mudança na paisagem humana dos políticos do Rio Grande do Norte.
Isso será muito salutar digo eu”, frisou.
A
derrota de Carlos Eduardo em 2016 e de Garibaldi e Agripino em 2018, na
visão de Joanilson, seria a continuidade das transformações políticas
iniciadas no Rio Grande do Norte pelas eleições de Robinson Faria para o
governo e Fátima Bezerra para o Senado nas eleições de 2014. De uma só
vez, Robinson e Fátima derrotaram os últimos governadores vivos do
Estado, sobretudo Agripino e Garibaldi, que não disputaram a eleição,
mas cujos candidatos perderam para o governo e para o Senado, sendo eles
Henrique e Wilma, respectivamente.


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